Moda brasileira ganha espaço no mercado japonês

Para Alessandra Saez, representante da marca de biquínis Adriane Dregeas, expor seus produtos no BFN deve ser encarado como um investimento a médio prazo. Segundo ela, o lojista japonês, consumidor de famosas marcas importadas, precisa primeiro confiar no fornecedor para somente depois fechar negócio. 

O mesmo pensa Wagner Meira, da Dania Reiter (bolsas e calçados), que participa pela segunda vez do Brasil Fashion Now. Wagner ressalta que o trabalho de marketing feito durante o evento é fundamental para fixar o nome da empresa no mercado japonês. “No Japão não adianta vir uma vez, é preciso mostrar esforço”, destaca.

Já para Ana Christina Lima, da Anunciação, a seleção do público foi outro ponto importante. Ela explicou que a combinação de poucas empresas, em um espaço exclusivo de produtos brasileiros, focou a atenção do importador japonês. “Temos roupas de qualidade sendo admiradas por um público qualificado e interessado em fazer negócios”, disse.

Érika Ikezili, proprietária da marca que leva seu nome, acrescentou que os compradores já chegam curiosos para conhecer a coleção brasileira. Érika, que já exporta suas roupas para lojas japonesas, diz que a última coleção de verão enviada ao Japão já foi toda vendida. Para ela, estar na mídia japonesa, como acontece durante o BFN faz toda a diferença no momento de fechar negócio.

 

 

 

 

 

Fonte: Apex Brasil