Ministros das Finanças e do Comércio dos países pertencentes ao Grupo das 20 maiores economias não conseguiram enviar mensagens claras que pudessem ajudar a diminuir as tensões comerciais, tais como o atrito entre os Estados Unidos e China.
Os representantes das finanças e presidentes dos bancos centrais do G-20 concluíram o encontro de dois dias na cidade japonesa de Fukuoka, no domingo.
O comunicado conjunto afirma que os riscos ao crescimento global "permanecem inclinados para o lado negativo" e que "as tensões comerciais e geopolíticas se intensificaram".
E acrescenta que os países do G-20 "vão continuar a enfrentar esses riscos, e que estão prontos para tomar novas medidas."
O Japão trabalhou para que o documento mostrasse a importância do livre comércio. Mas o texto final não menciona o assunto, devido às discordâncias entre os participantes.
Ministros do Comércio e Economia Digital também finalizaram, no domingo, o encontro realizado na província de Ibaraki, ao norte de Tóquio. O comunicado conjunto elaborado pelo grupo não garante combater o protecionismo.
O desafio de apaziguar as tensões comerciais está guardado para ser discutido na cúpula do G-20, em Osaka, no oeste do Japão, nos dias 28 e 29 de junho. O presidente americano Donald Trump e o presidente chinês Xi Jinping pretendem participar do encontro. (da NHK World Japan)

Foto: NHK World Japan