A flexibilização cambial anunciada pelo governo chinês no início da semana, não deve provocar impacto expressivo nas relações comerciais com o Brasil, na avaliação do secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Ivan Ramalho.
Ele reconheceu que as importações dos produtos chineses poderão ficar um pouco mais caras, mas ponderou que haverá um ganho para os exportadores brasileiros. Desde 2008, a moeda chinesa (yuan) não é reajustada em relação ao dólar.
Segundo Ramalho, neste ano as trocas comerciais entre o Brasil e a China estão se recuperando da crise financeira internacional e devem fechar o ano em nível semelhante ao do período pré-crise de 2008. As informações são da Agência Brasil – Marli Moreira.
