Makoto Tanaka e diretores reuniram-se com representantes do Ministério da Agricultura

Eduardo Sampaio Marques e Lino Colsera

Makoto Tanaka, Masahiro Kanaoka e Fujiyoshi Hirata
O presidente Makoto Tanaka e o vice-presidente Masahiro Kanaoka estiveram reunidos com representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, no dia 01 de setembro, em São Paulo.
Pelo Ministério estavam presentes: Eduardo Sampaio Marques, coordenador-geral do Departamento de Políticas e Acordos Comerciais da Secretaria de Política Agrícola; Lino Colsera, assessor da Secretaria de Política Agrícola, especializado em OMC; e Isidoro Yamanaka, assessor especial do ministro Roberto Rodrigues.
Participaram também da reunião: Takezo Yanagida, presidente da Jetro, SP; Kuniyoshi Okada, diretor da Mitsui Brasileira; Tadashi Watanabe, diretor da Oisca International; e Fujiyoshi Hirata, secretário-geral da Câmara.
O encontro aconteceu no auditório da sede social, e serviu para que ambos os lados expusessem suas posições e discutissem políticas para o incremento do intercâmbio econômico entre Brasil e Japão, dentre os quais o setor agrícola.
Os visitantes afirmaram que o incremento do intercâmbio comercial e econômico bilateral poderá ser fortalecido pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, e que a parte mais substancial da cooperação econômica ocorrerá entre os setores privados de cada país. Esta será a pedra angular da aliança, cabendo ao governo o papel de indutor e promotor desse relacionamento.
Essencial para o livre comércio no mundo e para os países em desenvolvimento e com grande competitividade no setor, a queda das barreiras agrícolas, desejo do governo brasileiro, também foi discutido na reunião. Bem vista por 20 países em condições econômicas semelhantes e também pelo grupo de Cairns – formado por países, alguns desenvolvidos, com elevada competitividade no agronegócio, a proposta brasileira, no entanto, enfrenta resistências das maiores potências econômicas do planeta – Estados Unidos, Japão e União Européia (UE) – que não desejam a abertura comercial para este setor. O Banco Mundial acredita que a abertura agrícola nos países ricos poderá ser um dos maiores estímulos à redução da pobreza no mundo.





